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Buscapé

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Um chamado para angústia

http://www.youtube.com/watch?v=XAYxFvw-7K4&feature=player_embedded#at=53

Pr.David Wilkerson

Que Deus louco é esse?



A Mensagem da Cruz é loucura para os que perecem; mas para nós, que somos salvos, é o poder de Deus. Porque está escrito: Destruirei a sabedoria dos sábios, e aniquilarei a sabedoria o entendimento dos entendidos.

Onde está o sábio?

Onde está escriba divino?

Onde o questionador deste século?

Porventura não tornou Deus louca a sabedoria deste mundo?

Sabe-se da nulidade desses esforços e jactâncias humanos porque, pela Sabedoria de Deus, o mundo não o conheceu pela sua própria sabedoria.

Isto porque Deus mesmo decidiu se revelar como Salvador dos que crêem pela loucura da pregação.

Enquanto isto os Judeus e todos os religiosos pedem sinal para que possam “crer”, e os gregos e sábios buscam sabedoria como evidencia que lhes garanta um fácil e lógico repouso numa “fé” que pela sua própria natureza não daria a glória nenhuma a Deus.

Nós, no entanto, pregamos a Cristo Crucificado, que é escândalo para os religiosos judeus ou não, e loucura para os gregos e também para os que se presumem racionais.

Todavia, para os que são Chamados pela Graça que trás revelação—tanto judeus como gregos—, Cristo é discernido como poder de Deus, e sabedoria de Deus.

Saiba-se assim que a loucura de Deus é mais sábia que os homens; e a fraqueza de Deus é mais forte que os homens.

Para se entender isto basta que o próprio indivíduo se enxergue. Se não, vejam irmãos. Olhem para si mesmos.
Observem a natureza do seu próprio chamado.

Notem que não são muitos os sábios segundo a carne, nem muitos os poderosos, nem muitos os nobres que são chamados.

Pelo contrário, Deus escolheu as coisas loucas do mundo para confundir os sábios; e Deus escolheu as coisas fracas do mundo para confundir as fortes; e Deus escolheu as coisas sem nobreza do mundo, e as desprezadas, e as que não são, para reduzir a nada as que são.

E por que?

Ora, para que nenhum mortal se glorie na presença de Deus!

Mas Graças a Deus que somos Dele em Cristo Jesus. Sim! em Cristo, que para nós foi feito por Deus Sabedoria, e Justiça, e Santificação, e Redenção!

Em Cristo Jesus temos tudo. Dele vem nossa suficiência.

Mas a fé não é de todos. Pois nem todos conseguem se entregar por inteiro a essa Loucura que se torna sabedoria exclusivamente pela fé.

E alguém pergunta: Por que é assim?

A resposta de Deus não atende às demandas das crenças religiosas—que precisam sempre se auto-justificar—e nem socorre aos caprichos do racionalismo—que pretende sempre explicar—pois que está escrito: Aquele que se gloria, glorie-se no Senhor!

Assim, que toda boca se cale. Que faça-se silencio. E que quem quer que deseje se gloriar, glorie-se de não ter do que se gloriar. Antes exalte com gratidão ao Deus que a ele se revelou em Graça.

Caio  Fábio

terça-feira, 26 de abril de 2011

A essência do evangelho de Cristo

Por Christian Naaktgeboren

Texto base: Marcos 16:15-16

O Senhor Jesus disse: Ide por todo o mundo, e pregai o evangelho a toda criatura. Quem crer e for batizado será salvo; mas quem não crer será condenado.
Mc 16.15,16.

Ide por todo o mundo e pregai o evangelho a toda criatura. No original, este verbo pregar lê-se: "keríksate" que significa preguem, anunciem, contem, proclamem, que é absolutamente diferente de: ensinem, expliquem. O evangelho é uma mensagem que se prega, proclama, conta, sem o cuidado de querer explicar o que as pessoas não entenderem, nem tampouco de convencer os que porventura não crerem. Ao se explicar o evangelho, corremos o risco de criarmos uma pessoa que apenas siga mecanicamente doutrinas de comportamento ensinadas por homens, ao invés de permitir que Deus opere uma transformação na vida desta pessoa para a sua salvação. É evidente que sem a operação de Deus para a salvação, que é o novo nascimento, ninguém será salvo: aqueles que freqüentam uma igreja ou comunidade mas não passaram pelo novo nascimento não serão salvos.

Ora, a mensagem do Evangelho é esta:

Cristo morreu: Pois, quando ainda éramos fracos, Cristo morreu a seu tempo pelos ímpios. Rm 5.6.

e depois ele ressuscitou ao terceiro dia: Desde então começou Jesus Cristo a mostrar aos seus discípulos que era necessário que ele fosse a Jerusalém, que padecesse muitas coisas dos anciãos, dos principais sacerdotes, e dos escribas, que fosse morto, e que ao terceiro dia ressuscitasse. Mt 16.21.

mas quando ele foi levantado da terra naquela cruz, ele atraiu a si todos os homens: E eu, quando for levantado da terra, todos atrairei a mim. Isto dizia, significando de que modo havia de morrer. Jo 12.32,33.

ele nos atraiu no seu corpo e nos incluiu, batizando-nos, mergulhando-nos nele mesmo: Fomos, pois, sepultados em Cristo devido à nossa inclusão na sua morte, para que, assim como Cristo foi ressuscitado dentre os mortos pela glória do Pai, assim também vivamos nós uma vida nova. Rm 6.4.

para morrermos uma morte semelhante à sua: Porque, se temos sido unidos a ele na semelhança da sua morte, certamente também o seremos na semelhança da sua ressurreição Rm 6.5.

E tomarmos parte na sua ressurreição para uma nova vida: Fomos, pois, sepultados em Cristo devido à nossa inclusão na sua morte, para que, assim como Cristo foi ressuscitado dentre os mortos pela glória do Pai, assim também vivamos nós uma vida nova. Rm 6.5.

Então não foi apenas Cristo que morreu, mas ele levou todos a morrerem juntamente com ele: Pois eu pela lei morri para a lei, a fim de viver para Deus. Já estou crucificado com Cristo; e vivo, não mais eu, mas Cristo vive em mim... Gl 2.19,20 e: sabendo isto, que o nosso homem velho foi crucificado com ele, para que o corpo do pecado fosse desfeito, a fim de não servirmos mais ao pecado. Rm 6.6.

A essência do Evangelho é a destruição do homem e Cristo reinando em seu lugar, porque a natureza humana não presta, é ímpia, perversa e tende sempre ao pecado. Jesus incluiu nos seus ensinos esta substituição: Quem ama a sua vida, perdê-la-á; e quem neste mundo odeia a sua vida, guardá-la-á para a vida eterna. Jo 12.25. O homem deve ser contrastado com a mensagem do evangelho, não apoiado com vãos elogios. O homem deve ser humilhado pela mensagem do evangelho ao invés de ser exaltado com elogios. O homem deve ser derrubado do seu pedestal de orgulho e soberba que o leva ao inferno, ao invés de ser entretido com diversão para a alma, que não pode promover a vivificação do espírito.

A mensagem é essencialmente simples e contundente: é preciso morrer para se nascer de novo: morrer em Cristo para se nascer de novo em Cristo, isto é o novo nascimento: um nascer de Deus, um nascer de cima, um nascer pela Palavra (da água) e do Espírito: Respondeu-lhe Jesus: Em verdade, em verdade te digo que se alguém não nascer de novo, não pode ver o reino de Deus. Perguntou-lhe Nicodemos: Como pode um homem nascer, sendo velho? porventura pode tornar a entrar no ventre de sua mãe, e nascer? Jesus respondeu: Em verdade, em verdade te digo que se alguém não nascer da água e do Espírito, não pode entrar no reino de Deus. Jo 3.3-5.

A maior traição contra a mensagem do Evangelho é pregar que Deus põe a sua vida sobre a vida ímpia de um pecador. Isto é pregado extensivamente em muitas igrejas, mas a Bíblia fala numa troca ou substituição de naturezas, mas os homens insistem numa adição.

Outra traição horrível que é praticada atualmente é encher o pecador de agrados, elogios e exaltação. Estão oferecendo a Jesus para ser aceito: "Aceite a Jesus como seu Salvador" ou dizendo frases comerciais acerca dele: "Aceite a Jesus: ele é bom a beça!". Não vejo base Bíblica nesta mensagem e também sei que Jesus não é mercadoria "boa a beça". Ele sim, é um perfeito Salvador que veio ao mundo com o objetivo de morrer e fazer morrer juntamente com ele: nada de colocar os pecadores num pedestal ou mesmo bajular pecadores oferecendo-lhes mil vantagens de um "Jesus bom a beça". Os pecadores devem crer que Deus mandou o seu Filho para providenciar-lhes uma morte e uma ressurreição; e este crer vem pela pregação: Logo a fé é pelo ouvir, e o ouvir pela palavra de Cristo. Rm 10.17 e: Visto como na sabedoria de Deus o mundo pela sua sabedoria não conheceu a Deus, aprouve a Deus salvar pela loucura da pregação os que crêem 1Co 1.21. A pregação de hoje em dia deixou de ser louca: ela é atrativa, prática, fácil e conveniente a pecadores.

Não somos nós quem aceitamos a Jesus, mas foi ele quem nos aceitou quando ofereceu o seu corpo para abrigar os pecadores e seus pecados e diabruras.

Ou se prega a morte e ressurreição de Cristo e nossa morte e ressurreição juntamente com ele, ou não está se pregando nada: apenas algo que fará as pessoas pensarem que estão salvas com todo o apoio de igrejas ou comunidades sendo que não estão.

O novo nascimento ocorre quando fomos ressuscitados juntamente com Cristo, e fora do novo nascimento não há salvação; não há! E sair aí pregando um Cristo oba-oba, não visando a morte do velho homem, mas dando apoio e vazão ao seu pecados é trair a Cristo com uma pregação falsa que leva tanto o ouvinte quanto o pregador para o inferno.

Os homens gostam de mudar o método que Deus escolheu para salvar as pessoas: Deus escolheu salvar pela loucura da pregação, mas há homens querendo evangelizar com outros métodos, usando de adulações e "massagens no ego" e há quem chegue ao absurdo de usar até escola de samba e desfiles de carnaval! Ora se Deus escolheu a loucura da pregação, porque iremos mudar o método?.

Manifesto contra os Marketeiros religiosos

http://www.youtube.com/watch?v=BBILynriSZ8&feature=related
Não deixe de assistir a este vídeo, certamente seu entendimento será renovado mais uma vez. Não nos conformemos com este mund

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Indiferença - uma doença que mata!

O que é indiferença?
Seria um desvio de comportamento, um costume, uma forma de sobrevivência, um mecanismo de defesa, de resistência, ou conseqüência do egoísmo e do medo? O fato é que todos nós, uns mais outros menos, somos indiferentes, "passamos ao largo" de muitas coisas, realidades, fatos e pessoas, em algumas situações, até de nós mesmos.

A indiferença tem um poder devastador. Ela é a companheira doentia do dominador e opressor, também dos que preferem as desigualdades, a violência, o ódio e a morte. Os indiferentes, de uma forma ou de outra, ferem, rejeitam, excluem, matam. Está correta a conclusão: o contrário do amor não é o ódio, mas a indiferença.

Esta poderosa doença está presente em toda história dos seres humanos, ela é milenar. Já nos relatos bíblicos a indiferença é apresentada como um comportamento que impede a vida, a salvação do outro, a cura, gestos de solidariedade. Cito somente duas cenas bíblicas. Primeiro a história de Jonas, ele foge da sua missão. No navio dormiu, ficou indiferente à tempestade que ameaçava a vida dos marinheiros. Enquanto fugiu da sua missão ficou indiferente a tudo e a Deus. Cito, ainda, a parábola do bom samaritano (Lc 10). O sacerdote e o levita passaram ao largo da vítima do assalto. Preferiram a indiferença e negaram-lhe socorro e cuidado. O samaritano, uma pessoa simples, atendeu aos gritos da vítima. Com facilidade verificamos que a indiferença das pessoas causou sofrimento e morte na história da humanidade.

                                           

Do que tens saudade?

Saudade é uma das palavras mais presentes na poesia de amor da lingua portuguesa e também na música popular, "saudade", só conhecida em galego e portugues, descreve a mistura dos sentimentos de perda, distância e amor. A palavra vem do latim "solitas, solitatis" (solidão), na forma arcaica de "soedade, soidade e suidade" e sob influência de "saúde" e "saudar".
"Saudade é a nossa alma dizendo para onde ela quer voltar" (Rubem Alves)
 
A ANGUSTIA DE TER PERDIDO NÃO É MAIOR QUE A ALEGRIA DE UM DIA TER POSSUÍDO!!!